terça-feira, 16 de novembro de 2010

O magusto da escola

No dia 11 de Novembro de 2010, nós festejámos o magusto no Centro de Noite de S. Romão.
Às 14 horas, nós estávamos com os meninos do Jardim-de-Infância no Centro Comunitário. Na sala já estavam alguns dos nossos avós.
Os meninos do Jardim começaram a cantar a música«Castanhas». Essa música erta muito divertida e pôs toda a gente feliz. Nós, da escola de S. Romão, estávamos atentos a ouvir a música.
Depois foi a nossa vez. Nós fomos para o centro da sala e começámos a cantar. Nós cantámos 7 músicas que tínhamos treinado. No fim de cantarmos nós dramatizámos a lenda de S. Martinho.Os idosos e os nossos avós riram-se da cena do cavalo . No fim, foi a vez dos idosos e dos nossos avós. Contaram provérbios, anedotas, adivinhas e a lenda de S. Martinho.
Quando as castanhas estavam prontas fomos para a sala de jantar. Todos comeram castanhas e outras coisas muito boas.
Foi um dia muito especial e divertido. Nós adorámos.

Cristiana Isabel e Catarina

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

A viagem da banana

Era uma vez, uma pequena banana. Certo dia, uma mão pegou-lhe e meteu-a à boca. A banana foi misturada com saliva, mastigada e cortada. Passado alguns segundos sentiu-se escorregar. Fez uma grande viagem. Passou pela faringe, esófago e chegou a uma coisa meia arredondada (era o estômago). Foi ter a um tubinho bem estreitinho (intestino delgado), passou por um tubo mais grosso (intestino grosso) e saiu por um orgão que se chama ânus.
Ficou dentro do corpo alguns dias e saiu toda desfeita.
Beatriz -3ºano

Uma vez, eu era uma pequena banana que vivia numa frutaria.
Uma senhora comeu-me. Eu entrei na boca, fui triturada e mastigada. A língua misturou-me com saliva e formei-me no bolo alimentar.Passei por tubos. Um chamava-se faringe e o outro esófago. Cheguei a um saco que se chamava estômago.
No estômago, misturei-me com o suco gástrico e formei-me em quimo.
Passei por um tubo muito grande que era o intestino delgado. Neste, o sangue veio-me buscar para levar a todos as partes do corpo. O resto de mim, que o sangue não quis, foi expulso para o exterior.
Catarina 3ºano